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2010

Doenças e Tratamentos

Contexto da década

O cenário para doenças raras no Brasil entre 2010 e 2019 foi marcado por avanços importantes na formulação e implementação de políticas públicas específicas, buscando garantir atenção integral, equidade e acesso aos serviços de saúde.A repercussão desses esforços foi enfatizada pela Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, que aprovou diretrizes para atenção integral no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).Essa política definiu princípios como atenção humanizada, universalidade, integralidade e equidade, e delineou o papel dos diferentes níveis de atenção na rede de saúde para diagnóstico, tratamento e acompanhamento.

2014

A Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, por meio da Portaria GM/MS nº 199, definiu princípios como atenção humanizada e equidade e delineou o papel dos diferentes níveis de atenção na rede de saúde para diagnóstico, tratamento e acompanhamento.

2016

A Portaria SAS/MS nº 3123 habilitou serviços de referência importantes para o atendimento em doenças raras, como o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente - IFF Fiocruz.

2019

A Portaria MS nº 3.166 complementou políticas anteriores, credenciando diversos estabelecimentos de saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras.

2019

Aprovação do PL nº 4.691 tornou obrigatória a notificação das doenças raras às autoridades de saúde, o que é fundamental para o planejamento de políticas públicas adequadas. Atualmente, o projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados.