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2000

Doenças e Tratamentos

Contexto da década

No começo da década, já eram mais de 14 milhões de portadores de Diabetes Mellitus no Brasil, um avanço considerável em relação à década anterior. A doença ainda era uma condição com prevalência relevante, subdiagnosticada, com crescimento nas hospitalizações e índices ainda preocupantes de mortalidade: em 2000, registravam- se 20,34 mortes por 100 mil habitantes. Levando em consideração a população brasileira naquele ano, tínhamos 34 mil vítimas fatais da doença e suas complicações.Os principais fatores de risco eram o sobrepeso, sedentarismo, dieta não saudável, hipertensão arterial, histórico familiar e envelhecimento populacional.As políticas de prevenção foram reforçadas no Brasil, assim como os diagnósticos, campanhas públicas de informação e o acesso aos medicamentos, como a insulina humana NPH e a regular que foram incorporadas ao SUS.Entre as inovações, vieram os medicamentos orais e os inibidores de enzimas que retardam a “produção” natural de insulina.

2000

A insulina humana NPH começou a ser fornecida pelo SUS.

2006

A Lei nº 11.347 garantiu a distribuição gratuita de medicamentos, materiais para aplicação de insulina e equipamentos para monitoramento glicêmico para portadores de Diabetes acompanhados pelo SUS.

2007

A Portaria GM/MS nº 2.583 estabeleceu a lista oficial de medicamentos e insumos para diabetes disponibilizados pelo SUS, regulamentando o acesso à terapia medicamentosa.

2008

A insulina regular foi incorporada ao Sistema Único de Saúde. O mercado brasileiro também passou a utilizar análogos de insulina (versões de insulina humana produzidas por meio de engenharia genética) de ação rápida e longa duração, que permitem menor frequência de episódios de hipoglicemia.